SISPUL

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Como evitar conflitos no trabalho, se destacar durante a crise e crescer quando ela passar

Por MURILO OHL E RENATA AVEDIANI


A pesar de engraçado, o desenho que ilustra a página ao lado mais se assemelha a uma representação do inferno corporativo. É o chefe tentando puxar o tapete do colega de equipe; o gerente que quer dar um murro nas fuças da diretora, por não conseguir alinhar com ela as metas para o trimestre; o analista que, observando todo esse caos, não vê a hora de a sexta-feira chegar, para descer a serra rumo à praia; e a assistente que, diante de tudo isso, só pensa em procurar um emprego novo. Pois é, o desenho é um esboço do que pode vir a ser o seu dia-a-dia este ano. Estamos diante de uma das maiores crises econômicas da história. O impacto dela sobre as empresas ainda é incerto. Já o seu efeito sobre os nervos das pessoas é imediato. “A crise desperta o medo de perder o emprego e isso leva os profissionais a adotar atitudes defensivas”, diz o professor Joel Dutra, coordenador do Programa em Gestão de Pessoas, da Fundação Instituto de Administração, de São Paulo.
Mas não é só isso. Mudaram também as regras do jogo e aumentou a pressão sobre os altos executivos — vice-presidentes e diretores. Isso torna a cobrança maior nos níveis abaixo dos cartolas. As avaliações de desempenho, antes feitas de forma descontraída e até displicente, visto que os resultados eram quase sempre garantidos, agora ficam bem mais sérias. Daqui pra frente, é bom ser muito específico ao justificar uma meta não atingida. Diante desse quadro, os conflitos emergem com mais facilidade. “Perde-se a descontração e o escritório pode virar um barril de pólvora”, diz o professor Joel. Se deixar contaminar pela tensão que está no ar, pode ser uma terrível armadilha para a sua carreira. 


As 20 situações mais desafiadoras no ambiente de trabalho


 Chefe estressado 
Colega competitivo 
Assédio moral 
Falta de espaço para dar idéias 
Mudanças constantes 
Excesso de rigidez 
Colega que virou chefe 
Promoção frustrada 
Politicagem 
Excesso de níveis hierárquicos 
Chefe ausente 
Falta de identificação com a empresa
Excesso de pressão
Inveja no trabalho 
Colega folgado 
Chefe tirano 
Dificuldade de influenciar o chefe 
Dificuldade de abordar o chefe 
Dificuldade de manter a produtividade
Excesso de individualismo

Cidade de Estranhar.


Conheço uma cidade do interior, que é um pouco diferente das outras. Mas têm coisa que é igualzinha as outras: Tem seu povo unido, tem pessoas que gosta de ajudar os outros, tem as faladeira, tem os bêbados do dia-a-dia, em fim tem quase tudo das outras cidades de interior, mas tem algo diferente nessa, vou dizer agora:
-Tem instituições que deveriam ser imparciais, mas na verdade não são, essa instituições querem mandar e influenciar o povo.
-As pessoas mais valorizadas não são aquela que estudam se formam em cursos superiores e sim, aquelas que têm aproximação, ou melhor dizendo, que melhor baba as “ cabeças coroadas”, esses por sua vez acham que são Reis e que tem um reino para mandar, e na visão deles “onde dinheiro e cacete não resolver é por que foi pouco”.
- As Perseguições politicas. Não importa sua capacidade e sim em quem você votou nas eleições. Ex: Uma cidadã que faz parte do Reino (governo), esta procurando alguém que tenham domínio da matemática, porém essa pessoa tem que ter votado no atual REI. Outro exemplo é trocar os horários dos funcionários concursados, só pelo o simples prazer de prejudicar o outro.
-Pessoas que “pensam” que estão no poder, sempre que tem uma oportunidade de pisar no outro elas pisam mesmo e ainda por cima querem que suas ordens sejam feitas sem nem um questionamento, logo, eles sempre estão certos e os outros errados.  
Essa cidade serve muito bem para estudar e aprender um pouco de historia geral, vejam só:
Instituições que querem mandar no povo; Brigas entre os Césares, para alcançar o poder em Roma; As “cabeças coroadas”, que pensam que são Reis; Perseguições politicas, como na ditadura militar;  Os servos dos Senhores feudais, onde tinham que obedecer suas ordens sem questiona-las; Por fim, tem os Renascentistas, pessoas que começam a questionar o modo de viver e que buscaram mudar para melhor a sociedade. (meu amigo que mora nessa cidade faz parte desse grupo)
Esse é uma cidade do meu interior, qualquer semelhança entre essa cidade e a cidade que você caro leitor mora, é mera coincidência.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O assédio moral no âmbito da administração pública

Por Sílvio Freire
O assédio moral no Poder Público, (essa terrível canalhice) consiste na exposição de servidores a situações absolutamente humilhantes e amplamente constrangedoras. Trata-se da prática de perseguições covardes e gratuitas promovidas por “chefinhos e chefões” (ocupantes de cargos de confiança, ou de Chefias apadrinhadas por políticos), contra funcionários públicos subordinados a tais assediadores perversos e covardes! O objetivo do assediador é forçar o servidor (ou servidora) assediado (a) a entrar em conflito consigo mesmo e a pedir demissão do serviço público!

O assédio moral (conduta essa terrorista), provoca degradação e tumulto em todo o ambiente de trabalho, onde tem, o assediador (a) poderes para perseguir e prejudicar seus subordinados a vontade! Viola e ofende a dignidade, a honra e a reputação de quem é alvo de tais arbitrariedades, causando à vítima prejuízos morais irreparáveis! Normalmente, o assédio moral nas repartições públicas, dá-se da seguinte forma, exemplos:

a) O assediador recusa-se, sem motivos justos, a permitir a comunicação entre ele e o (a) assediador (a), preferindo dar ordens e receber pedidos apenas por e-mails ou por bilhetinhos;

b) O assediador (a) isola o assediado (a) em seu ambiente de trabalho, colocando-o em sala nos fundos da repartição, dificultando-lhe a comunicação com os demais colegas;

c) O assediador (a) procura rebaixar o assediado (a), tirando-lhe, ou suspendendo-lhe o pagamento mensal de gratificações; reduzindo-lhe, cruelmente, os seus sagrados vencimentos alimentares!

d) O assediador (a) passa a cobrar do assediado (a) tarefas diferentes das que são cobradas dos demais servidores, dificultando-lhe a produtividade mensal;

e) O assediador (a) impõe ao assediado (a) tarefas estranhas às funções, com prazos para a finalização do trabalho exíguos, obrigando-o a ser visto como aquele servidor ineficiente, perdedor e incompetente para outros trabalhos

f) O assediador troca os horários de trabalho do assediado, sem avisá-lo;

g) O assediador faz comentários de mau gosto quando o assediado falta ao serviço para ir ao médico, por exemplo;

h) O assediador divulga boatos sobre a moral do assediado, com piadas e outros comentários;

i) O assediador coloca um servidor para controlar o assediado e a praticar outras condutas ilegais contra a vitima.

*Sílvio Freire é Advogado tributarista Pós-graduando em direito tributário pelo IBET-RECIFE/PE. Fone (87)9152-6305 (87)3762-3264 Escritório profissional: Avenida Rui Barbosa, 658, 1º andar. (Prédio Mano Construções, bairro Heliópolis, Garanhuns-PE).

BATE BOCA NA CÂMARA DE LAJEDO.wmv

http://www.youtube.com/watch?v=XP6U6QtFA2U

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Fotos do momento da votação do estatuto na Câmara


                           Bancada de oposição: Leda Machado, Paulo Vigário e Rossine Blesmany

                       Adelson no momento em que se absteve do voto a favor das mulheres lajedenses

                                 Câmara lotada de servidores preocupados com sua vida profissional

                                              Muitos protestos durante a discussão do estatuto

Marcantonio Dourado Filho lendo enquanto o estatuto estava sendo discutido e João Balão rindo e achando graça dos servidores


 
Bancada da situação

                              VAMOS LEMBRAR DISTO NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES!!!!!!!!!!

O SINDICATO AGRADECE A TODOS OS SERVIDORES QUE COMPARECERAM À PARALISAÇÃO, COMO TAMBÉM AOS QUE SE FIZERAM PRESENTES EM TODAS AS VOTAÇÕES NA CÂMARA!
 SABEMOS QUE SEM VOCÊS A PARALISAÇÃO NÃO TERIA SIDO O SUCESSO QUE FOI.
NÃO HÁ VITÓRIAS SEM LUTA!
MOSTRAMOS QUE JUNTOS SOMOS MAIS! NÃO DEIXEMOS NOS ABALAR
OS GESTORES DAS ESCOLAS ESTÃO AMEAÇANDO OS SERVIDORES QUE ADERIRAM À PARALISAÇÃO DE DESCONTAR O PONTO SÓ PORQUE FORAM ÀS RUAS LUTAR POR SEUS DIREITOS!!!!!!!!!!!!
OBRIGADO!
Após a repercussão "Nacional" que mexeu com os neurônios do Vereador Marcoantônio Dourado Filho, sobrinho do Prefeito Antônio João Dourado, na primeira votação da Câmara no dia 11 de outubro na terça feira, o Vereador apresentou um parecer ao Projeto de Lei 004 o Estatuto dos Servidores Públicos dizendo assim:

 Conclusão: Recomendamos que o plenário aprove o projeto sem emendas


Já na última reunião do dia 18 de outubro o Vereador discussou dizendo que como as pessoas que leram o Projeto não entenderam a leitura o mesmo apresentou uma emenda corrigindo o direito a Licença à Gestação, pois bem, já que não havia erro no projeto o vereador poderia pedir a algum professor que desse uma aula de alfabetização aos presentes, as invés de se dar o trabalho corrigido o artigo. Francamente Vereador é melhor o Senhor assumir que a repercussão que se deu a beíissima redação do projeto fez com que talvez o Senhor aprendesse a ler e não os servidores até porque o Senhor tem conhecimentos jurídicos.

Atenciosamente,

Diretora Presidente
 

OS VEREADORES INIMIGOS DOS SERVIDORES

Resultado da Segunda Votação do Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Lajedo, nesta votação vimos quem ficou contra e quem ficou a favor:

Os Vereadores Inimigos dos Servidores:

Airton Francisco - Presidente e Professor
Francisco de Assis - funcionário estadual
Maria José
João Crisostomo
Marcoantonio Dourado Filho - sobrinho do prefeito

Os Vereadores amigos dos Servidores:

Maria Lêda
Rossine Blesmany
Adelson Luis
Paulo Vigário

Não vamos esquecer nas próximas eleições!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Votação encerrada!!!

Como era de se esperar, o estatuto foi aprovado por 5X4.
Foram 4 votos a favor e 4 contra, a decisão final foi dada pelo, presidente da câmara, Potó que deu o voto de minerva.

Mais detalhes e fotos postaremos amanhã...

Pra não deixar passar: O presidente da câmara foi encerrar a sessão e todos os presentes deram as costas deixando-o falando sozinho ...

Vão dormir com dor de ouvidos pq levaram uma sonora e bem dada vaiaaaaaaaaaaaa

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Entrevistada do mês: Presidenta do Sispul, Mônica Simões

Postado por O Jornal
01 de Abril de 2011
O JORNAL – O SISPUL sofreu recentemente mais uma derrota para o Poder público Municipal que foi a exclusão do desconto automático em Folha dos Servidores filiados ao Sindicato. O que você achou desta decisão da Prefeitura em proibir o desconto automático, mesmo autorizado pelo servidor?  

Mônica Simões – Não considero uma derrota e sim um ataque. É uma violação aos Direitos Sindicais e o Prefeito do nosso município sabe mais do que ninguém que vamos ganhar na justiça essa batalha, pois ele é uma pessoa inteligente e sabe que quando o desconto é devidamente autorizado pelo servidor ele não pode proibir está no artigo 8º da Constituição Federal a liberdade sindical. Ressalto ainda que o prefeito é Presidente da Associação Municipalista dos Prefeitos de Pernambuco (AMUPE), mas respeito a atitude dele. Em contrapartida os servidores tem se mostrado muito solidários, ou melhor, estão agindo com consciência porque mesmo assim estão indo pagar sua contribuição. É sempre assim toda vez que isso acontece, porque já é a segunda vez em nossa gestão a outra vez foi com o Prefeito Rômulo, os associados se aproximam mais do sindicato e nós temos muito a agradecer a eles, eu gosto sempre de ver os pontos positivos de uma situação ruim, esses ataques correspondem a nossa atuação, afinal de contas nós já estávamos chegando a 50% dos servidores efetivos associados, numa administração como a atual isso é um grande avanço, então todas as vezes que a administração exclui o desconto desestabiliza a entidade temos que recomeçar do zero isso é muito ruim, mas, temos conseguido agir com coerência e muita garra.

o Jornal – No último mês de fevereiro, os funcionários lotados na secretaria de Infra-estrutura e urbanismo do município, mais especificamente na limpeza urbana, conseguiram através do sindicato uma vitória na justiça que foi o ajuste da carga horária de trabalho, que volta a ser de 30 horas conforme o edital do concurso. De que maneira essa conquista pode servir para que o sindicato conquiste mais adeptos, já que por outro lado, a prefeitura claramente tentou jogar a população contra os garis com a mudança da coleta de lixo?

MÔNICA SIMÕES- Só pra deixar claro: no edital do concurso de 2009 eram 40 horas semanais a jornada de trabalho e na própria lei do município são 30 horas, então a justiça julgou que um edital não pode derrubar uma lei, até porque o edital já deveria ter se adequado conforme a lei. A vitória deve-se, exclusivamente, a eles porque mereceram. Prova clara que a união faz a força. Conseguiram além da carga horária o fardamento que muitas vezes foi protelado. Partimos de uma luta sofrida no Ministério Público e levamos o caso à imprensa, ( TV JORNAL) que por duas vezes esteve na cidade junto ao SISPUL. Fizemos o que deveria ter sido feito. A sociedade reconhece o valor dos nossos “Garis e Margaridas”, e nada do que a administração falar contra eles a sociedade acredita porque eles são muito queridos por nossos munícipes.

O JORNAL - O SISPUL é muito conhecido, principalmente, através das ações realizadas nas áreas de educação e obras. Além dessas duas o que mais vem sendo realizado pelo sindicato em prol dos funcionários de outras repartições?

MÔNICA SIMÕES- A demanda da educação é muito grande, porém o SISPUL sempre foi visto como o sindicato dos professores, principalmente, por ser uma diretoria só de professores e isso acaba refletindo. Dentre nossas ações temos procurado dar o melhor em relação aos outros setores como na saúde, por exemplo, que estamos com mais de 40 processos de insalubridade só para serem julgados. Temos tentado também divulgar aos servidores que estamos com uma minuta de estatuto dos servidores municipais que interessa a todos os servidores, só que não podemos atuar numa área que não conhecemos a necessidade, esperamos agora darmos uma melhorada nesses ramos com a nova diretoria que espera ser eleita em 05 de abril onde iremos encontrar servidores de todas as áreas, se eleita será uma diretoria bem mista, cada um vai atuar em sua área, temos uma equipe só para educação, uma para urbanismo e outra para saúde .Porém o interesse maior tem que partir dos servidores, o sindicato não pode atuar em uma área que não esta sendo pleiteada por ninguém, até porque o sindicato não representa o servidor apenas coletivamente, mas, individualmente também.

O JORNAL – Muitas vezes representantes do Poder Público Municipal vinculam a imagem do sindicato a de grupos de oposição. O que você pensa disso? E você não acha que o fato de ter participado ativamente de campanhas políticas em favor de grupos oposicionistas de certa forma pode ter influenciado para que alguns funcionários ainda não tenham se filiado ao Sindicato?

MÔNICA SIMÕES - Isto é uma forma de afastar o servidor público do sindicato. Quando os servidores de fora chegaram ao município acabaram de uma vez por todas com essa história, afinal não sabemos o partido deles. Hoje temos um número bem dividido entre sócios de partido a ou b e os servidores de fora. Só existe partidarismo quando um só é prejudicado, agora quando todos são prejudicados acabam com o partidarismo. Um exemplo disso aconteceu ano passado quando a Secretaria de Educação aumentou a carga horária dos servidores técnicos administrativos e todos foram ao sindicato em busca de solução sendo eles de partidos a ou b. Outro ponto relevante é que a administração tem perseguido os sindicalistas, como aconteceu por exemplo, na secretaria de urbanismo. Recentemente se ouviu falar que teria um livro de ponto só de quem fossem associados ao sindicato. Na educação os descontos arbitrários dos funcionários que participam de movimentos sindicais são, portanto, uma forma de calar e perseguir. Estamos num momento crítico em que pessoas que mostrarem que algo esta errado é tido como oposição partidária, eu não tenho nenhum peso na consciência em relação a isso até porque sempre soube separar as coisas. Se fizermos uma retrospectiva no SISPUL vamos lembrar que a ex- Presidente Sônia Amorim em sua atuação passou pelas mesmas coisas que passamos hoje era mal vista e criticada como sindicato de oposição pelos gestores anteriores ao Prefeito atual, mas nem por isso deixou de fazer um brilhante trabalho. Nós vamos continuar fazendo o mesmo, não interessa a ninguém minhas decisões políticas partidárias são pessoais, agora minhas decisões sindicalistas são tomadas com todos os servidores que se fazem presentes nas assembleias, agora se os servidores não vão às assembléias e ficam criticando então essas críticas pra mim não interessam, temos a certeza que queremos o melhor e isto é o suficiente. E tenho a absoluta convicção que nossos sócios que são atuantes sabem que somos uma entidade séria que mesmo diante das dificuldades estamos escrevendo uma história diferente.

A CIDADE QUE NÃO PODEMOS FALAR, SÓ QUANDO OS PODERES QUEREM... OU SEJA PERMITEM!!!

Público protesta na Câmara Municipal

Postado por O Jornal
17 de Agosto de 2011
Como forma de protesto, público que compareceu a reunião do último dia nove de agosto na Câmara Municipal de Lajedo, resolveu usar mordaças e mostrar sua insatisfação com os constantes pedidos de silêncio da presidência da Casa, representada pelo vereador Airton Francisco (Potó) e também pelo vereador Francisco de Assis (Chiquinho presidiu a Casa neste dia, nove, e também insistiu no pedido de ‘silêncio’ respaldado pelo estatuto interno da CML).
O presidente da Câmara, Potó, ao pedir silêncio à população presente na reunião, chegou a ler o estatuto interno da Casa, fato que foi repetido pelo vereador Chiquinho no dia em que presidiu a mesa e foi prontamente rebatido pelo líder da oposição Rossine Blesmany. “Estou ao lado dos que estão protestando. Se protestaram é por que se sentiram censurados em algum momento. Não cabe a nós vereadores calar o público. Até na assembleia do estado e no senado existe manifestação pública. O povo tem o direito de aplaudir quem achar que merece”, disse o vereador que tinha acabado de ser aplaudido pelos mesmos espectadores que foram ‘calados pelo Regimento Interno’ e decidiram voltar à Câmara na reunião seguinte com panos na boca como forma de mordaça.
Maria Inês definiu a situação. “Votamos nesses vereadores aí que agora não querem nos ver na Câmara. Vou continuar vindo aqui até quando saúde eu ainda tiver”, desabafou a dona de casa que disse ter amigos e familiares como funcionários públicos da cidade.
As reuniões da Câmara passaram a serem mais frequentadas desde que o Projeto de Lei que trata da alteração no estatuto do funcionário público passou a tramitar na Casa. Desde então, os vereadores convivem com os aplausos e indícios de vaias dos populares, que não só têm frequentado como também participado das reuniões sempre manifestando apoio ou reprovação as medidas tomadas pelos edis, fato que segundo a vereadora Lêda fortalece ainda mais o trabalho do vereador.
“É muito importante a presença do povo. E quando eles manifestam apoio aos vereadores é por que estão satisfeitos. Quando demonstram insatisfação com alguns é por que não concordam. A gente precisa estar atentos a isso. São eles que pagam nossos salários. Pena que alguns aqui não pensem assim”, opinou.

*Imagem: Tiago Barbosa / OJ.